Escola de Medicina e Ciências da Vida | PUCPR

Enfermagem

EMCV distribui vacinas contra gripe e Covid-19

Nos dias 16 e 17 de novembro, estudantes, professores e colaboradores da área de saúde receberam doses contra a gripe e Covid-19 no Campus de Curitiba da PUCPR. A ação foi realizada pela Escola de Medicina e Ciências da Vida, com apoio do curso de Enfermagem, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Curitiba.

Ao todo, os professores e estudantes responsáveis pela campanha, vacinaram cerca de 1.100 pessoas. Durante os dois dias houve intensa procura, tanto para as doses de reforço para a Covid-19 quanto para a vacina contra Influenza. “Tivemos alguns momentos em que se formaram filas, todos a fim de regularizar as vacinas pendentes. Ainda assim, ninguém saiu sem se vacinar!”, comemora a professora Ana Beatriz Costa Silva, coordenadora do curso de Enfermagem.

O que sabemos sobre a nova onda do Covid-19 no Brasil

O país enfrenta uma nova onde da covid-19, provocada por diferentes cepas descendentes da variante Ômicron do coronavírus SARS-CoV-2. Mesmo que a subnotificação esteja em alta, é possível observar uma tendência do aumento de casos da doença.

As cepas que mais aparecem no atual cenário são as BA.4 e BA.5. Embora, outras sublinhagens já despontam por aqui. Como é o caso da BQ.1, que foi relacionada com um aumento de casos da covid-19 na Europa, nos Estados Unidos e também na Ásia.

O que essas cepas têm em comum? Elas são mais transmissíveis e podem infectar pessoas que já contraíram a doença ou que estão vacinadas. No entanto, não foram associadas com maior gravidade do coronavírus.

Vacinas ainda são importantes na proteção do coronavírus?

Para conter o avanço do vírus, as vacinas continuam fundamentais. Porém, para provocarem o efeito esperado, é necessário estar em dia com as doses de reforço — a imunidade desencadeada pelo esquema primário (vacinas de duas doses ou de dose única), aplicado em 2021, já não parece ser tão eficaz.

Por outro lado, dados atualizados dos EUA apontam que as doses de reforço reduzem o risco de hospitalizações e de óbitos. No Brasil, embora a primeira dose do reforço esteja disponível para todos com mais de 12 anos, a busca pelo imunizante é baixa. Levantamento realizado pelo Consórcio Nacional de Veículos aponta que apenas 49% da população tomou a terceira dose.

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